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Curso de Ética, Valores e Cidadania na escola vai usar recursos da Universidade de Stanford

A próxima edição do curso de Especialização em Ética, Valores e Cidadania na Escola Univesp/USP vai utilizar novas ferramentas de educação a distância desenvolvidas pelo PBL Lab – Project Based Learning Laboratory, da Universidade de Stanford (Estados Unidos).

“É uma dimensão inovadora, e com esta metodologia o PBL Lab ganhou nos últimos três anos os três maiores prêmios dos Estados Unidos em educação a distância”, contou Ulisses Araújo, coordenador do curso, em entrevista ao programa Ensino Superior, da Univesp TV. A proposta é que as ferramentas cooperativas e colaborativas ampliem o aprendizado dos alunos de Educação a Distância.

“As ferramentas são alocadas dentro de um ambiente que pode ser o Moodle [aplicativo web gratuito utilizado em sites de aprendizado]. O que muda é a natureza epistemológica e pedagógica do curso, com a incorporação de ferramentas que mudam a natureza do aprendizado”, defendeu.

Ferramentas

Intitulado Brain Merge, um dos softwares que serão utilizados no curso estimula os alunos a terem ideias espontâneas sobre um determinado tema. Semelhante a um brainstorm (dinâmica realizada em grupo para o desenvolvimento de novas ideias), a ferramenta permite a conexão de alunos de diferentes locais e estimula a participação simultânea.

A criação de um ambiente virtual para encontros em grupos é possível com o software. Terf™. Cada aluno tem um avatar e todos se integram em um espaço acadêmico virtual em 3D com lousas digitais multimídias. A vantagem é que cada aluno pode inserir diferentes conteúdos, como vídeos, apresentações, textos e anotações, e desenvolver um trabalho colaborativo.

Outro recurso disponível é o Fish Pool – recomendado para os alunos que já fizeram reuniões no Brain Merge e na sala Terf™. O software permite que especialistas sejam convidados para discutir os projetos dos alunos. A sessão é transmitida ao vivo, permanece gravada e também registra o que é anotado na lousa digital.

“O aluno aprende ao buscar soluções, e o que procuramos é que cada professor pare de resolver os problemas individualmente e passe a buscar metodologias científicas de aprendizado coletivo para que os alunos aprendam mais”, argumenta Araújo.

Veja aqui a entrevista na íntegra: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=RJmto9EPG1g